O velhinho está a beira da morte e recebe a visita de um padre.
Antes de lhe dar a extrema-unção, o padre lhe pede:
— Irmão, para descansar em paz, é necessário que você reafirme sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o demônio! Repita comigo: “Eu renego o demônio…”
O velhinho olha para ele, mas permanece calado.
— Vamos, meu amigo! Repita comigo: “Eu renego o demônio…”
O velhinho continua calado.
— Por que você não quer renegar o demônio?
Então o velhinho olha para o padre e, com uma voz trêmula, diz:
— Enquanto eu não souber para onde eu vou, não quero me comprometer com ninguém!
A quele casal de velhinhos, muito simpático, resolveu procurar
um médico porque os dois andavam um pouco esquecidos.
— Não se preocupem — sentencia o magarefe. — Isso é muito comum depois dos oitenta. A única coisa
que vocês têm de fazer é comprar um caderninho e tomar nota das coisas que não querem esquecer.
E assim eles fizeram. Na noite seguinte, os dois estão assistindo TV, quando o velhinho se levanta
e a mulher pergunta:
— Aonde você vai?
— Vou na cozinha. Tomar um pouco de café!
— Você não quer me trazer um pedaço de bolo?
— Claro!
— Então pega o caderninho e anota! Senão você vai acabar esquecendo!
— Imagina, velha! Imagina se eu não vou me lembrar de trazer um pedaço de bolo!
— Então, tá! Mas coloca um pouco de chantilly!
— Tá, bolo com chantilly!
— Não vai anotar?
— Não precisa!
Dez minutos depois o velhinho volta com um copo de água!
— Eu não falei? Eu não falei? — reclama a velhinha.
— Falou o quê, velha?
— Eu não falei pra você anotar? Cadê o meu comprimido?
O Magistrado bronqueia com o réu:
- Outra vez acusado de excesso de velocidade? Quantas vezes já o tenho visto na minha frente?
- Na sua frente nenhuma, Meretíssimo! Por várias vezes tentei ultrapassar o automóvel de Vossa Excelência, mas nunca consegui!
Em uma tranqüila e pacata tarde de terça-feira, o velhinho se levanta, veste o casaco e a sua velha esposa pergunta:
— Onde você vai, velho?
— Vou no médico! — respondeu ele, convicto.
— Por quê? Você está doente?
— Não… Vou ver se o médico me receita esse tal de Viagra!
Então a esposa se levantou da cadeira e também vestiu o casaco.
— Ué! Onde você vai?
— Vou no médico também!
— Por quê?
— Ah, se você vai voltar a usar essa coisa velha e enferrujada, acho melhor eu tomar uma antitetânica!
Duas velhinhas estão sentadas num banco da praça da cidadezinha do interior, bem em frente a uma casa de tolerância.
De repente, elas vêem o padre Antônio chegar na porta, dar uma olhada ao redor, e entrar sorrateiramente.
— A senhora viu isso? — comenta uma delas, indignada — Para onde está indo este mundo? Até os homens de Deus estão freqüentando essas casas de reputação duvidosa!
Pouco depois, o prefeito chega na porta e entra na casa disfarçadamente.
— A senhora acredita nisso? — pergunta agora a segunda velhinha, também indignada — Até nossos dirigentes estão dando este péssimo exemplo!
Meia hora depois, o Dr. Julinho, o médico da cidade, genro da primeira velhinha, também entra na casa.
— Olha só, o meu genro! — diz a primeira velhinha — Alguma moça deve ter ficado doente!
O casal, depois de um mês casados, estão sem dinheiro e só viam uma solução: A mulher virar garota de programa.
Quando chega a noite ela vai para a esquina.
Quando chega no outro dia com 501 reais, o marido pergunta:
-Quem foi o babaca que te deu um real?
E ela responde:
-Todos!
Um senhor de 75 anos de idade e milhões na conta bancária se casou com uma deliciosa loira de 23 anos.
Depois de voltar da lua-de-mel os amigos resolveram provocá-lo:
— E aí, Ademar! Como foi a lua-de-mel? Fez muito sexo?
— Ah, nós fizemos quase todos os dias!
— Quem diria! — exclamou um dos amigos — Parabéns, Ademar! Conta aí os detalhes!
— Pois é… Nós quase fizemos na segunda, quase fizemos na terça, quase na quarta…
Aquele milionário, aos 72 anos, casou-se com uma jovem
lindíssima de apenas 19.
Ao saber do fato, um velho amigo lhe perguntou:
— Como você conseguiu convencer uma garota tão jovem a se casar com um velho como você?
— Fácil! Eu menti a minha idade para ela!
— Como?
— Eu disse que tinha 85 anos!
Dois matutos proseiam, tomando pinga numa tendinha. Um deles está todo orgulhoso porque está freqüentando as aulas do Mobral e começa a se exibir para o amigo:
- O cumpádi sabe quem foi Pedro Álvares Cabral?
- Sei não, cumpádi!
- E o cumpádi sabe quem foi Cristóvão Colombo?
- Também num sei. . .
- Tá vendo? Isso é o que dá não estudar. . .
Injuriado, o caboclo parte para a desforra:
- E o cumpádi. . . Por acauso sabe quem é o Paulo Euzébio?
- Paulo Euzébio?! Não! Quem é?
- É o sojeito que vai visitá sua muié, toda veis que o cumpádi vai lá pro Mobral!
O jornalista visita um asilo para fazer uma matéria sobre longevidade e entrevista alguns velhinhos.
— Quantos anos o senhor tem? — pergunta para um deles, acabadinho o coitado.
— Tenho 87 anos!
— E a que o senhor atribui a sua longevidade?
— Ah, meu filho! Eu sempre fui uma pessoa muito regrada, sempre acordei no mesmo horário,
comi no mesmo horário e sempre fiz muita ginástica.
Então ele vira-se para um outro, todo arcado.
— E o senhor?
— Ah! Eu estou com 93 anos, filho! Nunca fumei, nunca bebi, nunca comi carne vermelha, só como pão integral e fiz votos de castidade.
Então, ele virou-se para o mais velho de todos.
— E o senhor, vovô?
— Ah! Eu nunca liguei para essas coisas de comida, sempre comi muito bem, adoro carne de porco, tomava um litro de cachaça por dia, fumei a minha vida toda e passava quase todas as noites na farra. Só chegava em casa quando o dia estava amanhecendo.
— Que maravilha! — exclama o repórter. — E o senhor tem que idade?
— 34 anos!